Atividades culturais

 
 
EXPOSIÇÃO "PÓLIS: UMA ODISSEIA PELO MUNDO GREGO"
24 a 26 de outubro / Sala 02
 

Durante o ano de 2017 o Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo exibiu uma exposição sobre a cidade grega antiga, organizada pelo Laboratório de Estudos sobre a Cidade Antiga (Labeca-MAE/USP). Aberta ao público, voltada especialmente para as escolas da Educação Básica, teve o mérito de trazer para perto do visitante a experiência de “viver” a cidade antiga. Em parceria com a UNEB, a USP cedeu arquivos de imagem e algumas peças para compor a nossa exposição, que acontecerá durante os três dias do VIII Encontro de História (24, 25 e 26 de outubro de 2018). Será um momento importante para conhecer a diversidade das mais de mil cidades gregas antigas, sentir um pouco como eles viviam, entender como enterravam seus mortos e cultuavam seus deuses. Tudo isso através de imagens, de objetos e com um grupo de estudantes/pesquisadores a guiar a visita.

 

 

APRESENTAÇÃO DA PEÇA GREGA MEDEIA, DO AUTOR EURÍPIDES

26 de outubro (sexta) / Auditório / 18:00h
 

Dia 26 de outubro, às 18 horas, a Cia. Ká entre nós de Teatro, de Macaúbas, apresenta a peça Medeia de Eurípides, no Auditório da UNEB. Os gregos faziam festas dedicadas aos deuses e em algumas delas o público assistia as encenações de tragédias e comédias em concursos teatrais organizados pela cidade. Em Atenas, nas Dionísias Urbanas (431 a.C.), Eurípides levou aos palcos uma tragédia fascinante. Embora não tenha alcançado o primeiro lugar à época, tornou-se uma das célebres obras-primas de todos os tempos. Medeia exibe o dilema cruel daquilo que é inerente ao humano. Tomada de amor pelo marido, que resolve trocar o seu leito pelo de uma jovem princesa, ela agoniza, experimenta a dor, a angústia. Na luta consigo mesma, Medeia trama a morte da rival, e, já perdida, parte para o seu último golpe – assassina os dois filhos. Dizia Aristóteles, a tragédia é uma imitação e o poeta deve procurar suscitar o prazer inerente à piedade e ao terror para purificar essas emoções; é a produção da catarse que cabe ao tragediógrafo. Convidamos a todos a experimentar, com Medeia, esses sentimentos que Aristóteles capta tão bem.

 

Organização - "Hélade: Grupo de Estudos sobre a Grécia Antiga (NHIPE/UNEB-CNPq)"

Coordenadora: Profa. Dra. Márcia Cristina Lacerda Ribeiro e Equipe